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Escolas médicas Estaduais

05/10/2010

 

ESCOLAS MÉDICAS ESTADUAIS

Este artigo visa a promoção de políticas públicas no incentivo à educação e pesquisa médica.

É notória a falta de políticas públicas dos estados na promoção de educação e pesquisa médica. Aqui no Espírito Santo, o curso de medicina sempre é o mais disputado na universidade federal e são poucas as faculdades privadas que oferecem o curso e, mesmo as que oferecem, cobram muito caro pela mensalidade e oferecem poucas opções de especialização.

O Estado e as prefeituras daqui do Espírito Santo não conseguem contratar certos tipos de especialistas. Há hospitais públicos que não possuem um único pediatra, e não é por falta de tentar contratar.

Penso que todo Estado da Federação deveria ter uma Universidade Médica bancada pelo Estado com hospital e Centro de Pesquisa integrados à Universidade. Esta universidade deveria oferecer, além da medicina, cursos da área médica conexos à medicina, como enfermagem, psicologia, farmácia, ciências biológicas, etc...

Além disso, as universidades médicas dos Estados deveriam disponibilizar aos alunos todas as especializações, sendo que não haveria processo seletivo pros alunos graduados na Universidade que oferece a especialização. Para eles seria como uma extensão do curso.

Nos hospitais os alunos deveriam atender os pacientes supervisionados pelos professores mesmo antes do período de residência e, nos centros de pesquisas, o Estado deveria financiar pesquisadores (alunos e doutores) para pesquisar medicamentos, em horário integral, de terapias, células, DNA, células tronco e outras pesquisas na área médica.

Penso que esta é uma solução para muitos problemas de uma só vez, pois resolve parte do problema da educação, parte do problema da pobreza (uma vez que dificilmente um médico será pobre), parte do problema da saúde pública, além de que teria a oportunidade de ser referência mundial em pesquisas médicas, em contraste com o atraso que temos hoje, onde nossas plantas são pesquisadas em outros países e registradas por lá, retornando para nós já como um remédio que não poderá ser reproduzido por nós, ainda que a planta que o gerou seja nativa de nosso país.

Publicado em: outubro 04, 2010

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