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Legislação

Instrumento de avaliação dos cursos de medicina

 

 

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior- Conaes

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep

 

  

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR – SINAES

 

Instrumento de avaliação do curso de Medicina

 (Subsidia o ato de R E C O N HECIMENTO)

 

 

 

DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

 

 

 

1

Dimensão: Organização Didático-pedagógica

 

1.1

Categoria de análise: Projeto Pedagógico do Curso: aspectos gerais (Fonte de consulta: PPC, PDI, DCN, entre outros)

 

Indicador

Conceito

Critério de Análise

1.1.1

Perfil do

 egresso

 

5

Quando o perfil do egresso do curso e  suas competências profissionais  estão plenamente definidos, expressam os compromissos institucionais em relação às necessidades sociais de saúde e às Diretrizes Curriculares Nacionais.

4

Quando o perfil do egresso do curso e  suas competências profissionais  estão adequadamente definidos e expressam os compromissos institucionais em relação às necessidades sociais de saúde e às Diretrizes Curriculares Nacionais.

3

Quando o perfil do egresso do curso e  suas competências profissionais  estão suficientemente definidos e expressam os compromissos institucionais em relação às necessidades sociais de saúde e às Diretrizes Curriculares Nacionais.

2

Quando o perfil do egresso do curso e  suas competências profissionais  estão insuficientemente definidos, e expressam de maneira insatisfatória os compromissos institucionais em relação às necessidades sociais de saúde e às Diretrizes Curriculares Nacionais.

1

Quando o perfil do egresso do curso e  suas competências profissionais  não estão  definidos, nem expressam os compromissos institucionais em relação às necessidades sociais de saúde e às Diretrizes Curriculares Nacionais.

           

                                      

                                      

1.1.2

Objetivo do curso

5

Quando os objetivos do curso estão plenamente definidos, expressam os compromissos institucionais em relação ao ensino, à pesquisa, à extensão, ao perfil do egresso e às Diretrizes Curriculares Nacionais.

4

Quando os objetivos do curso estão adequadamente definidos, expressam os compromissos institucionais em relação ao ensino, à extensão, ao perfil do egresso e às Diretrizes Curriculares Nacionais.

3

Quando os objetivos do curso estão suficientemente definidos, expressam os compromissos institucionais em relação ao ensino, ao perfil do egresso e às Diretrizes Curriculares Nacionais.

2

Quando os objetivos do curso estão insuficientemente definidos e expressam, parcialmente, os compromissos institucionais em relação à vida acadêmica, ao perfil do egresso e às Diretrizes Curriculares Nacionais.

1

Quando os objetivos do curso não expressam os compromissos institucionais relacionados à vida acadêmica, ao perfil do egresso e às Diretrizes Curriculares Nacionais.

  

1.1.3

Relação entre Número de Vagas e formação nos serviços de saúde

 

 

(Imprescindível))

 

5

Quando o número de vagas autorizado e ofertado  corresponde plenamente à dimensão do corpo docente e às condições de infra-estrutura da IES, e há disponibilidade de serviços assistenciais, incluindo hospital, ambulatório e centro de saúde, com capacidade de absorção de um número de alunos equivalente à matricula total do curso,  com 5 ou mais leitos na(s) unidade(s) hospitalar(es) própria(s) ou conveniada(s) para cada vaga do  curso, resultando em um egresso plenamente treinado em urgência e  emergência, e atendimento primário e secundário, capaz de diagnosticar e tratar cerca de 80% dos pacientes com doenças mais comuns, e apto a referir casos que necessitem cuidados especializados.

4

Quando o número de vagas autorizado e ofertado  corresponde adequadamente à dimensão do corpo docente e às condições de infra-estrutura da IES, e há disponibilidade de serviços assistenciais, incluindo hospital, ambulatório e centro de saúde, com capacidade de absorção de um número de alunos equivalente a matricula total do curso, com 5 ou mais leitos na(s) unidade(s) hospitalar(es) própria(s) ou conveniada(s) para cada vaga do  curso, resultando em um egresso adequadamente treinado em urgência e  emergência, e atendimento primário e secundário, capaz de diagnosticar e tratar cerca de 80% dos pacientes com doenças mais comuns, e apto a referir casos que necessitem cuidados especializados.

3

Quando o número de vagas autorizado e ofertado  corresponde suficientemente à dimensão do corpo docente e às condições de infra-estrutura da IES, e há disponibilidade de serviços assistenciais, incluindo hospital, ambulatório e centro de saúde, com capacidade de absorção de um número de alunos equivalente a matricula total do curso,  com 5 ou mais leitos na(s) unidade(s) hospitalar(es) própria(s) ou conveniada(s) para cada vaga do  curso, resultando em um egresso suficientemente treinado em urgência e  emergência, e atendimento primário e secundário, e capaz de diagnosticar e tratar cerca de 80% dos pacientes com doenças mais comuns, e apto a referir casos que necessitem cuidados especializados.

2

Quando o número de vagas autorizadas e ofertadas  corresponde de forma insuficiente à dimensão do corpo docente e às condições de infra-estrutura da IES, e não há disponibilidade de serviços assistenciais, incluindo hospital, ambulatório e centro de saúde, com capacidade de absorção de um número de alunos equivalente a matricula total do curso,  com 5 ou mais leitos na(s) unidade(s) hospitalar(es) própria(s) ou conveniada(s) para cada vaga do  curso, resultando em um egresso insuficientemente treinado em urgência e  emergência, e atendimento primário e secundário, e capaz de diagnosticar e tratar cerca de 80% dos pacientes com doenças mais comuns, e apto a referir casos que necessitem cuidados especializados.

1

Quando o número de vagas autorizadas e ofertadas  corresponde de forma precária à dimensão do corpo docente e às condições de infra-estrutura da IES, e não há disponibilidade de serviços assistenciais, incluindo hospital, ambulatório e centro de saúde, com capacidade de absorção de um número de alunos equivalente a matricula total do curso,  com 5 ou mais leitos na(s) unidade(s) hospitalar(es) própria(s) ou conveniada(s) para cada vaga do  curso, impossibilitando o egresso treinado em urgência e  emergência, atendimento primário e secundário, e incapaz de diagnosticar e tratar cerca de 80% dos pacientes com doenças mais comuns, e apto a referir casos que necessitem cuidados especializados.

 

1.1.4

Integração com o sistema local e regional de Saúde e o SUS

 

 

5

Quando existe plena integração com o sistema de saúde local e regional e com o SUS,  formalizada por meio de convênio entre a IES e o sistema de saúde local e regional e o gestor local do SUS,  e relação de no máximo 2 alunos/paciente ambulatorial/docente ou preceptor, atendendo plenamente aos princípios éticos da relação médico paciente.

4

Quando existe adequada integração com o sistema de saúde local e regional e com o SUS,  formalizada por meio de convênio entre a IES e o sistema de saúde local e regional e o gestor local do SUS,  e relação de no máximo 3 alunos/paciente ambulatorial/docente ou preceptor, atendendo adequadamente aos princípios éticos da relação médico paciente.

3

Quando existe suficiente integração com o sistema de saúde local e regional e com o SUS,  formalizada por meio de convênio entre a IES e o sistema de saúde local e regional e o gestor local do SUS,  e relação de no máximo 4 alunos/paciente ambulatorial/docente ou preceptor, atendendo suficientemente  aos princípios éticos da relação médico paciente.

2

Quando existe insuficiente integração com o sistema de saúde local e regional e com o SUS,  formalizada por meio de convênio entre a IES e o sistema de saúde local e regional e o gestor local do SUS,  e relação de mais de 4 alunos/paciente ambulatorial/docente ou preceptor, atendendo insuficientemente aos princípios éticos da relação médico paciente.

1

Quando não existe integração com o sistema de saúde local e regional e com o SUS,  formalizada por meio de convênio entre a IES e o sistema de saúde local e regional e o gestor local do SUS,  e com a relação de alunos/paciente ambulatorial/docente ou preceptor atendendo precariamente aos princípios éticos da relação médico paciente.

 

1.1.5

Ensino na área da saúde

 

 

 

5

Quando a IES oferece, pelo menos, 6 (seis) cursos de graduação reconhecidos na área da saúde, todos com conceito mínimo 4 (quatro) no Enade e no IDD.

4

Quando a IES oferece, pelo menos, 5 (cinco) cursos de graduação reconhecidos na área da saúde, todos com conceito mínimo 4 (quatro) no Enade e no IDD.

3

Quando a IES oferece, pelo menos, 4 (quatro) cursos de graduação reconhecidos na área da saúde, todos com conceito mínimo 4 (quatro) no Enade e no IDD.

2

Quando a IES oferece, pelo menos, 2 (dois) cursos de graduação reconhecidos na área da saúde, todos com conceito mínimo 4 (quatro) no Enade e no IDD.

1

Quando a IES oferece menos de 2 (dois) cursos de graduação reconhecidos na área da saúde, todos com conceito mínimo 4 (quatro) no Enade e no IDD.

 

1.1.6

Impacto social na demanda de profissionais da área da saúde

 

 

5

Quando a IES demonstra plenamente a necessidade local e regional de ampliar a acessibilidade à atenção de saúde e demonstra a possibilidade de absorção dos egressos para atender preferencialmente a necessidade de profissionais de saúde na área de influência da IES.

4

Quando a IES demonstra adequadamente a necessidade local e regional de ampliar a acessibilidade à atenção de saúde e demonstra a possibilidade de absorção dos egressos para atender preferencialmente a necessidade de profissionais de saúde na área de influência da IES.

3

Quando a IES demonstra suficientemente a necessidade local e regional de ampliar a acessibilidade à atenção de saúde e demonstra a possibilidade de absorção dos egressos para atender preferencialmente a necessidade de profissionais de saúde na área de influência da IES.

2

Quando a IES  demonstra insuficientemente a necessidade local e regional de ampliar a acessibilidade à atenção de saúde e demonstra a possibilidade de absorção dos egressos para atender preferencialmente a necessidade de profissionais de saúde na área de influência da IES.

1

Quando a IES não demonstra a necessidade local e regional de ampliar a acessibilidade à atenção de saúde e demonstra a possibilidade de absorção dos egressos para atender preferencialmente a necessidade de profissionais de saúde na área de influência da IES.

 

Relato global da categoria de análise pelos avaliadores:

Projeto Pedagógico do Curso: aspectos gerais.  

1

Dimensão: Organização Didático-pedagógica

 

1.2

Categoria de análise: Projeto Pedagógico do Curso: formação (Fontes de consulta: PPC e Diretrizes Curriculares Nacionais de Medicina)

 

Indicador

Conceito

Critério de Análise

1.2.1

Matriz curricular

 

 

5

Quando a distribuição das unidades curriculares apresenta plena coerência com o perfil do egresso, docentes com formação pertinente a cada atividade, dimensionamento da carga horária, contemplando: atividades prioritariamente na comunidade e nos serviços de saúde, de forma hierarquizada e abrangendo todos os níveis de atenção, atividades de sala de aula, atividades complementares, estágios e demais atividades práticas que possibilitem uma abordagem humanista e ética na relação médico-paciente.

4

Quando a distribuição das unidades curriculares apresenta adequada coerência com o perfil do egresso, docentes com formação pertinente a cada atividade, dimensionamento da carga horária, contemplando: atividades prioritariamente na comunidade e nos serviços de saúde, de forma hierarquizada e abrangendo todos os níveis de atenção, atividades de sala de aula, atividades complementares, estágios e demais atividades práticas que possibilitem uma abordagem humanista e ética na relação médico-paciente.

3

Quando a distribuição das unidades curriculares apresenta suficiente coerência com o perfil do egresso, docentes com formação pertinente a cada atividade, dimensionamento da carga horária, contemplando: atividades prioritariamente na comunidade e nos serviços de saúde, de forma hierarquizada e abrangendo todos os níveis de atenção, atividades de sala de aula, atividades complementares, estágios e demais atividades práticas que possibilitem uma abordagem humanista e ética na relação médico-paciente.

2

Quando a distribuição das unidades curriculares apresenta insuficiente coerência com o perfil do egresso, docentes com formação pertinente a cada atividade, dimensionamento da carga horária, contemplando: atividades prioritariamente na comunidade e nos serviços de saúde, de forma hierarquizada e abrangendo todos os níveis de atenção, atividades de sala de aula, atividades complementares, estágios e demais atividades práticas que possibilitem uma abordagem humanista e ética na relação médico-paciente.

1

Quando a distribuição das unidades curriculares não apresenta coerência com o perfil do egresso, docentes com formação pertinente a cada atividade, dimensionamento da carga horária, contemplando: atividades prioritariamente na comunidade e nos serviços de saúde, de forma hierarquizada e abrangendo todos os níveis de atenção, atividades de sala de aula, atividades complementares, estágios e demais atividades práticas que possibilitem uma abordagem humanista e ética na relação médico-paciente.

           

 

Indicador

Conceito

Critério de Análise

1.2.2

Conteúdos curriculares

 

 

5

Quando os conteúdos curriculares são plenamente relevantes e atualizados, abordam os determinantes sociais da saúde e da doença e a promoção da saúde, são coerentes com os objetivos do curso e com o perfil do egresso, apresentam pleno dimensionamento da carga horária para o seu desenvolvimento e são complementados por atividades extraclasse, definidas e articuladas com o processo global de formação.

4

Quando os conteúdos curriculares são adequadamente relevantes e atualizados,   abordam os determinantes sociais da saúde e da doença e a promoção da saúde, são coerentes com os objetivos do curso e com o perfil do egresso, apresentam adequado dimensionamento da carga horária para o seu desenvolvimento e são complementados por atividades extraclasse, definidas e articuladas com o processo global de formação.

3

Quando os conteúdos curriculares são suficientemente relevantes e atualizados,  abordam os determinantes sociais da saúde e da doença e a promoção da saúde, e  são coerentes com os objetivos do curso e com o perfil do egresso.

2

Quando os conteúdos curriculares são insuficientes e desatualizados, não abordam os determinantes sociais da saúde e da doença nem  a promoção da saúde,  e não são suficientemente coerentes com os objetivos do curso e com o perfil do egresso.

1

Quando os conteúdos curriculares não são relevantes, ou não existem, e/ou são desatualizados, e/ou incoerentes com os objetivos do curso e com o perfil do egresso.

 

1.2.3

Metodologia

 

 

5

Quando a metodologia  do curso está plenamente comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.

4

Quando a metodologia do curso está adequadamente comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.

3

Quando a metodologia do curso está suficientemente comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.

2

Quando a metodologia do curso está insuficientemente comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.

1

Quando a metodologia do curso não está comprometida ou está comprometida de maneira precária com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.

 

1.2.4

Estágio supervisionado

 

 

5

Quando o estágio supervisionado ou equivalente consta na matriz curricular do curso e seu período de realização, nos dois (2) últimos anos e os espaços de realização são plenamente adequados e suficientes.

4

Quando o estágio supervisionado ou equivalente consta na matriz curricular do curso e seu período de realização, nos dois (2) últimos anos e  os espaços de realização são adequados.

3

Quando o estágio supervisionado ou equivalente consta na matriz curricular do curso e seu período de realização, nos dois (2) últimos anos e os espaços de realização são suficientes.

2

Quando o estágio supervisionado ou equivalente não está programado para ser realizado nos últimos dois (2) anos do curso ou os espaços são insuficientes e inadequados.

1

Quando o estágio supervisionado ou equivalente não está previsto na matriz curricular do curso ou sua organização é, em todos os sentidos, precária.

 

1.2.5

Atividades práticas de ensino

 

 

 

5

Quando as atividades práticas de formação são plenamente desenvolvidas, priorizando o enfoque de atenção básica, especialmente nas áreas: clínica médica, cirurgia, pediatria, ginecologia e obstetrícia e saúde coletiva, exercidas em unidades básicas de saúde, ambulatórios (de nível secundário e terciário) e unidades de internação, dentro do enfoque da hierarquização dos serviços de saúde e da atenção médica,  e  supervisionadas em sua totalidade pelos docentes das respectivas disciplinas.

4

Quando as atividades práticas de formação são adequamente desenvolvidas, priorizando o enfoque de atenção básica, especialmente nas áreas: clínica médica, cirurgia, pediatria, ginecologia e obstetrícia e saúde coletiva, exercidas em unidades básicas de saúde, ambulatórios (de nível secundário e terciário) e unidades de internação, dentro do enfoque da hierarquização dos serviços de saúde e da atenção médica,  e  supervisionadas em sua maioria pelos docentes das respectivas disciplinas.

3

Quando as atividades práticas de formação são suficientemente desenvolvidas, priorizando o enfoque de atenção básica, especialmente nas áreas: clínica médica, cirurgia, pediatria, ginecologia e obstetrícia e saúde coletiva, exercidas em unidades básicas de saúde, ambulatórios (de nível secundário e terciário) e unidades de internação, dentro do enfoque da hierarquização dos serviços de saúde e da atenção médica,  e  supervisionadas em parte  pelos docentes das respectivas disciplinas.

2

Quando as atividades práticas de formação são insuficientemente para atender a proposta do curso, não priorizam a atenção básica, ou não abrangem todas as áreas de clínica médica, cirurgia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, saúde coletiva ou não são supervisionadas pelos docentes das respectivas disciplinas.

1

Quando não são desenvolvidas as atividades práticas de formação real ou elas são precárias sob o ponto de vista do atendimento às áreas básicas do curso.

  

1.2.6

Processo de avaliação

 

5

Quando possui processo continuo de avaliação de conhecimentos, competências, habilidades e atitudes dos  alunos do curso,  com metodologia plenamente adequada à formação e com mecanismos  de recuperação quando necessários.

4

Quando possui processo continuo de avaliação de conhecimentos, competências, habilidades e atitudes dos  alunos do curso,  com metodologia adequada à formação e com mecanismos  de recuperação quando necessários.

3

Quando possui processo continuo de avaliação de conhecimentos, competências, habilidades e atitudes dos  alunos do curso,  com metodologia suficientemente adequada à formação e com mecanismos  de recuperação quando necessários.

2

Quando possui processo continuo de avaliação de conhecimentos, competências, habilidades e atitudes dos  alunos do curso,  com metodologia insuficientemente adequada à formação e com mecanismos  de recuperação quando necessários.

1

Quando não está previsto processo continuo de avaliação de conhecimento, competências, habilidade e atitudes dos  alunos do curso, e a metodologia  é inadequada à formação.

 

Relato global da categoria de análise pelos avaliadores: Projeto pedagógico do curso: formação

 

 

 

Dimensão 1 – Organização Didático-pedagógica

Relato global da dimensão pelos avaliadores: Organização didático-pedagógica

 

 

  

DIMENSÃO 2: CORPO DOCENTE

 

   

2

Dimensão: Corpo Docente

 

2.1

Categoria de análise: Administração Acadêmica (Fontes de consulta: PPC, PDI e demais documentos institucionais).

 

Indicador

Conceito

Critério de Análise

2.1.1

Composição do NDE (Núcleo docente estruturante)

 

 

 

 

5

Quando o NDE é composto pelo coordenador do curso e por, pelo menos, 30% dos docentes, com contrato de trabalho firmado com a IES, participação plena na implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso.

4

Quando o NDE é composto pelo coordenador do curso e por, pelo menos, 30% dos docentes, com contrato de trabalho firmado com a IES, participação adequada na implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso

3

Quando o NDE é composto pelo coordenador do curso e por, pelo menos, 30% dos docentes, com contrato de trabalho firmado com a IES, participação suficiente na implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso

2

Quando o NDE é composto pelo coordenador do curso e por, pelo menos, 30% dos docentes, com contrato de trabalho firmado com a IES, participação insuficiente na implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso

1

Quando o NDE é composto pelo coordenador do curso e por, pelo menos, 30% dos docentes, com contrato de trabalho firmado com a IES, participação precária na implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso

         

 

2.1.2

Titulação do NDE

 

 

5

Quando 100% do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu devidamente reconhecidos pela Capes/MEC ou revalidada por instituição credenciada, e, destes, 80% são doutores.

4

Quando  100% do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu devidamente reconhecidos pela Capes/MEC ou revalidada por instituição credenciada, e, destes, entre 60% (inclusive) e 80% (exclusive) são doutores.

3

Quando 100%  do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu devidamente reconhecidos pela Capes/MEC ou revalidada por instituição credenciada, e, destes, entre 50% (inclusive) e 60% (exclusive) são doutores.

2

Quando 100%  do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu devidamente reconhecidos pela Capes/MEC ou revalidada por instituição credenciada, e, destes, entre 40% (inclusive) e 50% (exclusive) são doutores.

1

Quando 100% do NDE possui titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu devidamente reconhecidos pela Capes/MEC ou revalidada por instituição credenciada, ou qualquer docente tem apenas graduação ou menos de 40% são doutores.

 

2.1.3

Formação acadêmica do NDE

 

 

5

Quando, pelo menos, 80% do NDE possui graduação em medicina.

4

Quando entre 70% (inclusive) e 80% (exclusive) do NDE possui graduação em medicina.

3

Quando entre 60% (inclusive) e 70% (exclusive) do NDE possui graduação em medicina.

2

Quando entre 50% (inclusive) e 60% (exclusive)  do NDE possui graduação em medicina.

1

Quando menos de 50% do NDE possui graduação em medicina.

 

2.1.4

Titulação, formação acadêmica e experiência do coordenador do curso

 

 

5

Quando o coordenador possui graduação em medicina,  doutorado na área e experiência de magistério superior e de gestão acadêmica de, no mínimo, quatro (4) anos.

4

Quando o coordenador possui graduação em medicina,  doutorado na área e experiência de magistério superior e de gestão acadêmica de, no mínimo, três (3) anos.

3

Quando o coordenador possui graduação em medicina,  doutorado na área e experiência de magistério superior e de gestão acadêmica de, no mínimo, dois (2) anos.

2

Quando o coordenador possui graduação em medicina,  doutorado na área e experiência de magistério superior e de gestão acadêmica de menos de dois (2) anos.

1

Quando o coordenador não possui graduação em medicina ou não possui doutorado na área ou não possui experiência de magistério superior e de gestão acadêmica.

 

Relato global da categoria de análise pelos avaliadores: Administração acadêmica

 

 

 

2

Dimensão: Corpo Docente

 

2.2

Categoria de análise: Perfil docente (Fontes de consulta: PPC e documentação própria da IES)

 

Indicador

Conceito

Critério de Análise

2.2.1

Titulação

 

 

5

Quando, pelo menos, 80% dos docentes do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu devidamente reconhecida pela Capes/MEC ou revalidada por instituição credenciada, e, destes, pelo menos, 70% são doutores. [Observar o disposto no critério de análise 1 a respeito de professor graduado].

4

Quando entre 70% (inclusive) e 80% (exclusive) dos docentes do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu devidamente reconhecida pela Capes/MEC ou revalidada por instituição credenciada, e, destes, pelo menos 60% são doutores. [Observar o disposto no critério de análise 1 a respeito de professor graduado].

3

Quando entre 60% (inclusive) e 70% (exclusive) dos docentes do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu devidamente reconhecida pela Capes/MEC ou revalidada por instituição credenciada e, destes, pelo menos 50% são doutores. [Observar o disposto no critério de análise 1 a respeito de professor graduado].

2

Quando entre 50% (inclusive) e 60% (exclusive) dos docentes do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu devidamente reconhecida pela Capes/MEC ou revalidada por instituição credenciada,  e, destes, pelo menos 40% são doutores. [Observar o disposto no critério de análise 1 a respeito de professor graduado].

1

Quando menos de 40% dos docentes do curso têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu devidamente reconhecida pela Capes/MEC ou revalidada por instituição credenciada, ou quando menos de 30% são doutores ou quando há no corpo docente professor apenas graduado.

         

 

2.2.2

Regime de trabalho

 

 

5

Quando, pelo menos, 80% dos docentes do curso são contratados em regime de tempo parcial ou integral e, destes, pelo menos 50% em tempo integral.

4

Quando entre 70% (inclusive) e 80% (exclusive) dos docentes do curso  são contratados em regime de tempo parcial ou integral e, destes, pelo menos 50% em tempo integral.

3

Quando entre 60% (inclusive) e 70% (exclusive) dos docentes do curso são contratados em regime de tempo parcial ou integral e, destes, pelo menos 50% em tempo integral.

2

Quando entre 50% (inclusive) e 60% (exclusive) dos docentes do curso são contratados

em regime de tempo parcial ou integral e, destes, pelo menos 50% em tempo integral.

1

Quando menos de 50% dos docentes do curso em são contratados em regime de tempo parcial ou integral ou, destes, menos de 50% em tempo integral.

 

2.2.3

Tempo de experiência de magistério superior

 

 

5

Quando, pelo menos, 70% dos docentes do curso têm, pelo menos, cinco (5) anos de experiência acadêmica no ensino superior.

4

Quando entre 60% (inclusive) e 70% (exclusive) dos docentes do curso têm, pelo menos, cinco (5) anos de experiência acadêmica no ensino superior.

3

Quando entre 50% (inclusive) e 60% (exclusive) dos docentes do curso têm, pelo menos, cinco (5) anos de experiência acadêmica no ensino superior.

2

Quando entre 40% (inclusive) e 50% (exclusive) dos docentes do curso têm, pelo menos, cinco (5) anos de experiência acadêmica no ensino superior.

1

Quando menos de 40% dos docentes do curso têm, pelo menos, cinco (5) anos de experiência acadêmica no ensino superior.

 

2.2.4

Tempo de experiência no exercício da Medicina

 

5

Quando, pelo menos, 70% dos docentes graduados em Medicina têm, pelo menos, cinco (5) anos de experiência de trabalho profissional.

4

Quando entre 60% (inclusive) e 70% (exclusive) dos docentes graduados em Medicina têm, pelo menos, cinco (5) anos de experiência de trabalho profissional.

3

Quando entre 50% (inclusive) e 60% (exclusive) dos docentes graduados em Medicina têm, pelo menos, cinco (5) anos de experiência de trabalho profissional.

2

Quando entre 40% (inclusive) e 50% (exclusive) dos docentes graduados em Medicina têm, pelo menos, cinco (5) anos de experiência de trabalho profissional.

1

Quando menos de 40% dos docentes graduados em Medicina têm, pelo menos, cinco (5) anos de experiência de trabalho profissional.

 

2.2.5

Responsabilidade docente pela supervisão da assistência médica

 

 

 

 

5

Quando todos os docentes do ensino de disciplinas médicas se responsabilizam pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas, sendo que pelo menos 50% dos docentes supervisionam os serviços de saúde (incluindo Unidades do PSF, Centros de Saúde e ambulatórios dos hospitais e pessoal docente das clínicas) e são responsáveis pelos  serviços clínicos freqüentados pelos alunos.

4

Quando entre 75% (inclusive) e 100% (exclusive) dos docentes do ensino de disciplinas médicas se responsabilizam pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas, sendo que pelo menos 40% dos docentes supervisionam os serviços de saúde (incluindo Unidades do PSF, Centros de Saúde e ambulatórios dos hospitais e pessoal docente das clínicas) e são responsáveis pelos  serviços clínicos freqüentados pelos alunos.

3

Quando entre 50% (inclusive) e 75% (exclusive) dos docentes do ensino de disciplinas médicas se responsabilizam pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas, sendo que pelo menos 30% dos docentes supervisionam os serviços de saúde (incluindo Unidades do PSF, Centros de Saúde e ambulatórios dos hospitais e pessoal docente das clínicas) e são responsáveis pelos  serviços clínicos freqüentados pelos alunos.

2

Quando entre 25% (inclusive) e 50% (exclusive) dos docentes do ensino de disciplinas médicas se responsabilizam pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas, sendo que pelo menos 20% dos docentes supervisionam os serviços de saúde (incluindo Unidades do PSF, Centros de Saúde e ambulatórios dos hospitais e pessoal docente das clínicas) e são responsáveis pelos  serviços clínicos freqüentados pelos alunos.

1

Quando menos de 25% dos docentes do ensino de disciplinas médicas  se responsabilizam pela supervisão da assistência médica a elas vinculadas, e menos de 20% dos docentes supervisionam os serviços de saúde (incluindo Unidades do PSF, Centros de Saúde e ambulatórios dos hospitais e pessoal docente das clínicas).

 

Relato global da categoria de análise pelos avaliadores: Formação acadêmica e profissional dos docentes

 

 

 

2

Dimensão: Corpo Docente

 

2.3

Categoria de análise: Condições de Trabalho (Fontes de consulta: PDI e Termos de Compromisso assinados pelos docentes com a IES)

 

Indicador

Conceito

Critério de Análise

2.3.1

Número de alunos de graduação por docente equivalente a tempo integral no curso

 

 

5

Quando a relação vagas/docente equivalente a tempo integral  for, no máximo, de 20/1.

4

Quando a relação vagas/docente equivalente a tempo integral do curso estiver entre 25/1 (inclusive) e 20/1 (exclusive).

3

Quando a relação vagas/docente equivalente a tempo integral do curso estiver entre 30/1 (inclusive) e 25/1 (exclusive).

2

Quando a relação vagas/docente equivalente a tempo integral do curso estiver entre 35/1 (inclusive) e 30/1 (exclusive).

1

Quando a relação vagas/docente equivalente a tempo integral do curso for superior a 35/1.

         

 

2.3.2

Pesquisa e produção científica

 

 

5

Quando o desenvolvimento de pesquisa no curso tem a participação de pelo menos 10% do total de docentes doutores e de pelo menos 30% dos alunos (iniciação científica), cujo objeto de investigação contemple preferencialmente a atuação em serviço e atenção básica, e tem em média pelo menos cinco (5) produções por docente, publicadas em revistas indexadas ou como capítulo de livro, nos últimos três (3) anos.

4

Quando o desenvolvimento de pesquisa no curso tem a participação de pelo menos 10% do total de docentes doutores e de pelo menos 25% dos alunos (iniciação científica), cujo objeto de investigação contemple preferencialmente a atuação em serviço e atenção básica, e têm em média pelo menos quatro (4) produções por docente, publicadas em revistas indexadas ou como capítulo de livro, nos últimos três (3) anos.

3

Quando o desenvolvimento de pesquisa no curso tem a participação de pelo menos 10% do total de docentes doutores e de pelo menos 20% dos alunos (iniciação científica), cujo objeto de investigação contemple preferencialmente a atuação em serviço e atenção básica, e têm em média pelo menos três (3) produções por docente, publicadas em revistas indexadas ou como capítulo de livro, nos últimos três (3) anos.

2

Quando o desenvolvimento de pesquisa no curso tem a participação de menos de 10% do total de docentes doutores e de pelo menos 15% dos alunos (iniciação científica), com objeto de investigação contemple preferencialmente a atuação em serviço e atenção básica, e têm em média pelo menos duas (2) produções por docente, publicadas em revistas indexadas ou como capítulo de livro, nos últimos três (3) anos.

1

Quando não há desenvolvimento de pesquisa no curso ou esta é desenvolvida de maneira precária, não  há participação de docentes doutores nem de estudantes (iniciação científica), ou cujo objeto de investigação contemple de forma precária a atuação em serviço e atenção básica, ou quando os docentes envolvidos têm em média menos de duas (2) produções por docente publicadas em revistas indexadas,  nos últimos três (3) anos.

 

2.3.3

Núcleo de Apoio Pedagógico e Capacidade Docente

5

Quando está em funcionamento o Núcleo de Apoio Pedagógico, composto de docentes médicos, com no mínimo 5 (cinco) anos de experiência docente de uma das seguintes áreas: Básica, Clínica, Pediátrica, Gineco-Obstétrica, Cirúrgica, Medicina Social, e de profissionais responsáveis por ações de capacitação pedagógica para os docentes e  profissionais da rede de serviços loco-regional.

4

Quando existe o Núcleo de Apoio Pedagógico, composto de docentes médicos, com no mínimo 4 (quatro) anos de experiência docente em uma das seguintes áreas: Básica, Clínica, Pediátrica, Gineco-Obstétrica, Cirúrgica, Medicina Social, e de profissionais responsáveis por ações de capacitação pedagógica para os docentes e  profissionais da rede de serviços loco-regional.

3

Quando existe o Núcleo de Apoio Pedagógico, composto de docentes médicos, com no mínimo, 3 (três) anos de experiência em uma das seguintes áreas: Básica, Clínica, Pediátrica, Gineco-Obstétrica, Cirúrgica, Medicina Social, e de profissionais responsáveis por ações de capacitação pedagógica para os docentes e  profissionais da rede de serviços loco-regional.

2

Quando existe o Núcleo de Apoio Pedagógico, composto de docentes médicos, com menos de 2 (dois) anos de experiência em uma das seguintes áreas: Básica, Clínica, Pediátrica, Gineco-Obstétrica, Cirúrgica, Medicina Social, e de profissionais responsáveis por ações de capacitação pedagógica para os docentes e  profissionais da rede de serviços loco-regional.

1

Quando não existe o Núcleo de Apoio Pedagógico responsável por ações de capacitação pedagógica para os docentes e  profissionais da rede de serviços loco-regional.

 

Relato global da categoria de análise pelos avaliadores: Condições de trabalho

 

 

 

Dimensão 2 – Corpo docente

Relato global da dimensão pelos avaliadores: Corpo docente

 

 

 

DIMENSÃO 3: INSTALAÇÕES FÍSICAS

 

 

 

3

Dimensão: Instalações Físicas

 

3.1

Categoria de análise: Instalações Gerais (Fontes de consulta: Decreto 5.296/2004 e PDI)

 

Indicador

Conceito

Critério de Análise

3.1.1

Instalações para docentes: salas de professores, de reuniões e gabinetes de trabalho

 

 

5

Quando as instalações para docentes (salas de professores, de reuniões e gabinetes de trabalho) estão equipadas segundo a finalidade e atendem plenamente aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade desenvolvida.

4

Quando as instalações para docentes (salas de professores, de reuniões e gabinetes de trabalho) estão equipadas segundo a finalidade e atendem adequadamente aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade desenvolvida..

3

Quando as instalações para docentes (salas de professores, de reuniões e gabinetes de trabalho) estão equipadas segundo a finalidade e atendem suficientemente aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade desenvolvida.

2

Quando as instalações para docentes (salas de professores, de reuniões e gabinetes de trabalho) não estão equipadas segundo a finalidade ou não atendem aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade desenvolvida.

1

Quando as instalações para docentes (salas de professores, de reuniões e gabinetes de trabalho) são, em todos os sentidos, precárias.

         

 

3.1.2

Salas de aula

 

 

5

Quando as salas de aula estão equipadas segundo a finalidade e atendem plenamente aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade desenvolvida.

4

Quando as salas de aula estão equipadas segundo a finalidade e atendem adequadamente aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade desenvolvida.

3

Quando as salas de aula estão equipadas segundo a finalidade e atendem suficientemente aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade desenvolvida.

2

Quando as salas de aula não estão equipadas segundo a finalidade ou não atendem aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade desenvolvida.

1

Quando as salas de aula são, em todos os sentidos, precárias.

 

3.1.3

Acesso dos alunos a equipamentos de informática

 

 

5

Quando há laboratório de informática com acesso à internet (banda larga), na proporção de um terminal para até 20 alunos, considerando o total de matrículas dos cursos em funcionamento..

4

Quando há laboratório de informática com acesso à internet (banda larga), na proporção de um terminal para a faixa de 20 alunos (exclusive) e 25 alunos (inclusive), considerando o total de matrículas dos cursos em funcionamento.

3

Quando há laboratório de informática com acesso à internet (banda larga), na proporção de um terminal para a faixa de 25 alunos (exclusive) e 30 alunos (inclusive), considerando o total de matrículas dos cursos em funcionamento.

2

Quando há laboratório de informática com acesso à internet (banda larga), na proporção de um terminal para a faixa de 30 alunos (exclusive) e 35 alunos (inclusive), considerando o total de matrículas dos cursos em funcionamento.

1

Quando há laboratório de informática com acesso à internet (banda larga), na proporção de um terminal para mais de 35 alunos, considerando o total de matrículas dos cursos em funcionamento.

 

Relato global da categoria de análise pelos avaliadores: Instalações gerais

 

 

 

 

3

Dimensão: Instalações Físicas

 

3.2

Categoria de análise: Biblioteca (Fonte de consulta: PPC e PDI)

 

Indicador

Conceito

Critério de Análise

3.2.1

Livros

5

Quando o acervo referente aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 3 bibliografia com títulos da área médica profissional publicados há menos de 3 anos) atende aos programas das disciplinas do curso, em quantidade suficiente, na proporção de um (1) exemplar para até quatro (4) alunos para cada turma e está atualizado e tombado junto ao patrimônio da IES.

4

Quando o acervo referente aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 3 bibliografia com títulos da área médica profissional publicados há menos de 3 anos) atende aos programas das disciplinas do curso, em quantidade suficiente, na proporção de um (1) exemplar para mais de quatro (4) alunos até seis (6) alunos para cada turma e está atualizado e tombado junto ao patrimônio da IES.

3

Quando o acervo referente aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 3 bibliografia com títulos da área médica profissional publicados há menos de 3 anos) atende aos programas das disciplinas do curso, em quantidade suficiente, na proporção de um (1) exemplar para mais de seis (6) alunos até oito (8) alunos para cada turma e está atualizado e tombado junto ao patrimônio da IES.

2

Quando o acervo referente aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 3 bibliografia com títulos da área médica profissional publicados há menos de 3 anos) atende aos programas das disciplinas do curso, em quantidade suficiente, na proporção de um (1) exemplar para mais de oito ( 8) alunos até dez (10) alunos para cada turma, não está adequadamente atualizado ou tombado junto ao patrimônio da IES.

1

Quando o acervo referente aos títulos indicados na bibliografia básica (mínimo de 3 bibliografia com títulos da área médica profissional publicados há menos de 3 anos) atende aos programas das disciplinas do curso, em quantidade suficiente, na proporção de um exemplar para mais de quinze (15) alunos para cada turma, não está atualizado ou tombado junto ao patrimônio da IES.

         

 

3.2.2

Periódicos especializados

 

 

5

Quando as assinaturas de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou informatizada, foram assinadas em sua maioria nos últimos três anos, abrangem todas as áreas temáticas e estão proporcionalmente distribuídos entre as principais áreas do curso.

4

Quando as assinaturas de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou informatizada, foram assinadas em sua maioria nos últimos três anos e abrangem todas as áreas temáticas do curso.

3

Quando as assinaturas de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou informatizada, foram assinadas em sua maioria nos últimos três anos e  abrangem, no mínimo, as áreas de clínica médica, pediatria, cirurgia, ginecologia e obstetrícia e saúde coletiva.

2

Quando as assinaturas de periódicos especializados, sob a forma impressa ou informatizada, não abrangem, no mínimo, as áreas de clínica médica, pediatria, cirurgia, ginecologia e obstetrícia e saúde coletiva, ou não estão indexados e correntes ou a maioria deles não tem assinatura nos últimos três anos.

1

Quando as assinaturas de periódicos especializados, sob a forma impressa ou informatizada, não abrangem, no mínimo, as áreas de clínica médica, pediatria, cirurgia, ginecologia e obstetrícia e saúde coletiva e não estão indexados e correntes e/ou a maioria deles não tem assinatura nos últimos três anos.

 

Relato global da categoria de análise pelos avaliadores: Biblioteca

   

 

3

Dimensão: Instalações Físicas

 

3.3

Categoria de análise: Instalações e Laboratórios Específicos (Fonte de consulta: PDI, PPC, etc.).

 

Indicador

Conceito

Critério de Análise

3.3.1

Unidades hospitalares de ensino e complexo assistencial

 

(Imprescindível)

 

5

Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar(es) de ensino, própria(s) ou conveniada(s), garantidas legalmente por um período mínimo de dez anos, certificada(s) como Hospital de Ensino pelo MEC/MS (Port. 2.400/2007) e que apresentem condições plenas de formação do estudante de medicina  nos seguintes aspectos:

Tenha residência médica credenciada pela CNRM, pelo menos nas cinco áreas básicas: clinica médica, pediatria, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, e saúde coletiva(medicina comunitária);

Conte com complexo assistencial - ambulatórios periféricos, PSF, atenção secundária, terciária e quaternária - que atenda(m) majoritariamente pelo SUS;

Seja considerado como centro de referência regional há pelo menos 2 anos;

Tenha infra-estrutura básica constituída por: ambulatórios (pelo menos de clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia e cirurgia), unidades de internação (pelo menos de clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia e cirurgia), centros cirúrgico e obstétrico, unidades de urgência e emergência (clínica, cirúrgica e traumatológica), UTI pediátrica e de adultos;

Tenha laboratórios de exames complementares necessários a um hospital de alta complexidade (setor de imagens, laboratório clínico, anatomia patológica, entre outros), serviço de arquivo e documentação médica, com acesso ao setor de atendimento resolutivo de alto nível para as urgências/ emergências.

4

Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar(es) de ensino, própria(s) ou conveniada(s), garantidas legalmente por um período mínimo de dez anos, certificada(s) como Hospital de Ensino pelo MEC/MS (Port. 2.400/2007) e que apresentem condições adequadas de formação do estudante de medicina  nos seguintes aspectos:

Tenha residência médica credenciada pela CNRM, pelo menos nas cinco áreas básicas: clinica médica, pediatria, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, e saúde coletiva(medicina comunitária);

Conte com complexo assistencial - ambulatórios periféricos, PSF, atenção secundária, terciária e quaternária - que atenda(m) majoritariamente pelo SUS;

<!--[if !supportLists]-->-           <!--[endif]-->Seja considerado como centro de referência regional há pelo menos 2 anos;

Tenha infra-estrutura básica constituída por: ambulatórios (pelo menos de clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia e cirurgia), unidades de internação (pelo menos de clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia e cirurgia), centros cirúrgico e obstétrico, unidades de urgência e emergência (clínica, cirúrgica e traumatológica), UTI pediátrica e de adultos;

Tenha laboratórios de exames complementares necessários a um hospital de alta complexidade (setor de imagens, laboratório clínico, anatomia patológica, entre outros), serviço de arquivo e documentação médica, com acesso ao setor de atendimento resolutivo de alto nível para as urgências/ emergências.

3

Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar(es) de ensino, própria(s) ou conveniada(s), garantidas legalmente por um período mínimo de dez anos, certificada(s) como Hospital de Ensino pelo MEC/MS (Port. 2.400/2007) e que apresentem condições suficientes de formação do estudante de medicina  nos seguintes aspectos:

Tenha residência médica credenciada pela CNRM, pelo menos nas cinco áreas básicas: clinica médica, pediatria, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, e saúde coletiva(medicina comunitária);

Conte com complexo assistencial - ambulatórios periféricos, PSF, atenção secundária, terciária e quaternária - que atenda(m) majoritariamente pelo SUS;

Seja considerado como centro de referência regional há pelo menos 2 anos;

Tenha infra-estrutura básica constituída por: ambulatórios (pelo menos de clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia e cirurgia), unidades de internação (pelo menos de clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia e cirurgia), centros cirúrgico e obstétrico, unidades de urgência e emergência (clínica, cirúrgica e traumatológica), UTI pediátrica e de adultos;

Tenha laboratórios de exames complementares necessários a um hospital de alta complexidade (setor de imagens, laboratório clínico, anatomia patológica, entre outros), serviço de arquivo e documentação médica, com acesso ao setor de atendimento resolutivo de alto nível para as urgências/ emergências.

2

Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar(es) de ensino, própria(s) ou conveniada(s), garantidas legalmente por um período mínimo de dez anos, certificada(s) como Hospital de Ensino pelo MEC/MS (Port. 2.400/2007) e que não  apresentem condições suficientes de formação do estudante de medicina  nos seguintes aspectos:

<!--[if !supportLists]-->-           <!--[endif]-->Tenha residência médica credenciada pela CNRM, pelo menos nas cinco áreas básicas: clinica médica, pediatria, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, e saúde coletiva(medicina comunitária);

 Conte com complexo assistencial - ambulatórios periféricos, PSF, atenção secundária, terciária e quaternária - que atenda(m) majoritariamente pelo SUS;

Seja considerado como centro de referência regional há pelo menos 2 anos;

Tenha infra-estrutura básica constituída por: ambulatórios (pelo menos de clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia e cirurgia), unidades de internação (pelo menos de clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia e cirurgia), centros cirúrgico e obstétrico, unidades de urgência e emergência (clínica, cirúrgica e traumatológica), UTI pediátrica e de adultos;

Tenha laboratórios de exames complementares necessários a um hospital de alta complexidade (setor de imagens, laboratório clínico, anatomia patológica, entre outros), serviço de arquivo e documentação médica, com acesso ao setor de atendimento resolutivo de alto nível para as urgências/ emergências.

1

Quando a IES conta com unidade(s) hospitalar(es) de ensino, própria(s) ou conveniada(s), garantidas legalmente por um período mínimo de dez anos, certificada(s) como Hospital de Ensino pelo MEC/MS (Port. 2.400/2007) porém sem condições de formação do estudante de medicina em algum dos seguintes aspectos:

Não tem residência médica credenciada pela CNRM, pelo menos nas cinco áreas básicas: clinica médica, pediatria, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, e saúde coletiva(medicina comunitária);

Não conta com complexo assistencial - ambulatórios periféricos, PSF, atenção secundária, terciária e quaternária - que atenda(m) majoritariamente pelo SUS;

Não é considerado como centro de referência regional há pelo menos 2 anos;

Não tem infra-estrutura básica constituída por: ambulatórios (pelo menos de clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia e cirurgia), unidades de internação (pelo menos de clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia e cirurgia), centros cirúrgico e obstétrico, unidades de urgência e emergência (clínica, cirúrgica e traumatológica), UTI pediátrica e de adultos;

Não tem laboratórios de exames complementares necessários a um hospital de alta complexidade (setor de imagens, laboratório clínico, anatomia patológica, entre outros), serviço de arquivo e documentação médica, com acesso ao setor de atendimento resolutivo de alto nível para as urgências/ emergências.

         

 

 

3.3.2

Sistema de referência e contra-referência

 

 

5

Quando está funcionando de maneira plena o sistema de referência e contra-referência, que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, permitindo que o aluno participe do atendimento ambulatorial bem como acompanhe o doente que seja  referido ao hospital secundário e ao de alta complexidade.

4

Quando está funcionando de maneira adequada o sistema de referência e contra-referência, que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, permitindo que o aluno participe do atendimento ambulatorial bem como acompanhe o doente que seja  referido ao hospital secundário e ao de alta complexidade.

3

Quando está funcionando de maneira suficiente o sistema de referência e contra-referência, que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, permitindo que o aluno participe suficientemente do atendimento ambulatorial bem como acompanhe o doente que seja  referido ao hospital secundário e ao de alta complexidade

2

Quando está funcionando de maneira insuficiente o sistema de referência e contra-referência, que assegure a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, permitindo que o aluno participe de maneira precária do atendimento ambulatorial bem como acompanhe o doente que seja  referido ao hospital secundário e ao de alta complexidade.

1

Quando não está funcionando o sistema de referência e contra-referência, e não assegura a integralidade da atenção e a resolubilidade dos problemas existentes, não permitindo que o aluno participe do atendimento ambulatorial bem como acompanhe o doente que seja  referido ao hospital secundário e ao de alta complexidade.

 

3.3.3

Biotério

 

 

5

Quando o biotério atende plenamente às necessidades práticas do ensino e da pesquisa.

4

Quando o biotério atende adequadamente às necessidades práticas do ensino.

3

Quando o biotério atende suficientemente às necessidades práticas do ensino.

2

Quando o biotério apresenta condições insuficientes para o atendimento das necessidades práticas do ensino.

1

Quando não existe biotério disponível para curso, ou se existe, é precário.

 

3.3.4

Laboratórios de ensino

 

 

5

Quando o curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares  (pelo menos, o de anatomia, histologia,bioquímica, farmacologia, fisiologia/biofísica e técnica operatória) com espaço físico, equipamentos e material de consumo, plenamente adequados para o funcionamento do curso e a integração disciplinar, com excelente relação do máximo de alunos por equipamento ou material.

4

Quando o curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares (pelo menos, o de anatomia, histologia,bioquímica, farmacologia, fisiologia/biofísica e técnica operatória) com espaço físico, equipamentos e material de consumo, adequados para o funcionamento do curso e a integração disciplinar,  com adequada relação do máximo de alunos por equipamento ou material.

3

Quando o curso dispõe de laboratórios específicos e multidisciplinares (pelo menos, o de anatomia, histologia,bioquímica, farmacologia, fisiologia/biofísica e técnica operatória) com espaço físico, equipamentos e material de consumo, suficientes para o funcionamento do curso e a integração disciplinar,  com suficiente relação do máximo de alunos por equipamento ou material.

2

Quando o curso não dispõe, ao menos, de laboratórios de anatomia, histologia,bioquímica, farmacologia, fisiologia/biofísica e técnica operatória ou o seu espaço físico, seus equipamentos e material de consumo são inadequados ou insuficientes, com insuficiente relação do máximo de alunos por equipamento ou material.

1

Quando os laboratórios de ensino não estão implantados ou são precários.

 

 

3.3.5

Laboratório de habilidades

 

 

5

Quando o curso dispõe de laboratório com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade suficientes para uma plena capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica.

4

Quando o curso dispõe de laboratório com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade suficientes para uma adequada capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica.

3

Quando o curso dispõe de laboratório com equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade suficientes para uma suficiente capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica.

2

Quando laboratório apresenta equipamentos e instrumentos em quantidade e diversidade insuficientes para a capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica.

1

Quando os laboratórios de habilidades não estão implantados ou são precários.

 

3.3.6

Protocolo de experimentos

 

 

5

Quando os protocolos dos experimentos prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades são plenamente adequados para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica.

4

Quando os protocolos dos experimentos prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades são adequados para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica.

3

Quando os protocolos dos experimentos prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades são suficientemente adequados para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica.

2

Quando os protocolos dos experimentos prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades são insuficientes para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica.

1

Quando os protocolos dos experimentos prevendo procedimentos, equipamentos, instrumentos, materiais e utilidades não existem ou são totalmente precários para a orientação das atividades práticas desenvolvidas nos ambientes/laboratórios de formação geral/básica e profissionalizante/específica.

 

3.3.7

Comitê de ética em pesquisa

 

 

5

Quando o comitê de ética está em funcionamento, foi homologado pela CONEP e pertence à própria Instituição de Educação Superior.

4

Quando o comitê de ética está em funcionamento, foi homologado pela CONEP e pertence à instituição parceira.

3

Quando o comitê de ética está em funcionamento e homologado pela CONEP.

2

Quando o comitê de ética está em funcionamento, porém ainda não foi  homologado pela CONEP.

1

Quando não existe o comitê de ética.

 

 Relato global da categoria de análise, pelos avaliadores: Instalações e laboratórios específicos

 

 

 

Dimensão 3 – Instalações físicas

Relato global da dimensão pelos avaliadores: Instalações físicas

 

 


 

REQUISITOS LEGAIS

 

Estes itens são essencialmente regulatórios, por isso não fazem parte do cálculo do conceito da avaliação. Os avaliadores apenas farão o registro do cumprimento ou não do dispositivo legal por parte da Instituição para que o Ministério da Educação, de posse dessa informação, possa tomar as decisões regulatórias cabíveis. Tratando-se de disposições legais, esses itens são de atendimento obrigatório.

 

Dispositivo legal

Explicitação do dispositivo

Sim

Não

1

Coerência dos conteúdos curriculares com as Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN (Parecer CNE/CES 1.133/2001 e Resolução CNE/CES 04/2001)

O currículo apresenta plena coerência com as Diretrizes Curriculares Nacionais?

 

 

2

Estágio curricular (Resolução CNE/CES 04/2001)

O Estágio curricular, em regime de internato, totaliza 35% da carga horária dotal do curso?

 

 

3

 Adequação dos conteúdos curriculares às exigências do Dec. 5.626/2005 (Libras)

O PPC prevê disciplina optativa de Libras na estrutura curricular do curso?

 

 

4

Carga horária mínima e tempo mínimo de integralização (Parecer CNE/CES 08/2007 e Resolução CNE/CES 02/2007)

O curso prevê carga horária igual ou superior a 7.200 horas (horas relógio) e tempo mínimo de integralização de 6 anos?

 

 

5

Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida (Dec. 5.296/2004, com prazo de implantação das condições até dezembro de 2008)

A IES apresenta condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida?

 

 

6

NDE (Núcleo Docente Estruturante) Portaria MEC nº 147/2007

O Curso possui NDE (Núcleo Docente Estruturante) responsável pela formulação do projeto pedagógico do curso, sua execução e desenvolvimento, com titulação em nível de pós-graduação stricto sensu devidamente reconhecidos pela Capes/MEC ou revalidada por instituição credenciada,  contrato de trabalho que assegure preferencialmente dedicação plena ao curso e experiência docente?

 

 

 

Relato global da categoria de análise pelos avaliadores: Disposições legais

 

 

 

Descrição de condições estruturais, quando houver previsão de funcionamento do curso em prédio específico.

Este quadro deve ser preenchido apenas no caso do curso funcionar em prédio específico e não contemplado na infra-estrutura apresentada na avaliação institucional que motivou o credenciamento ou o recredenciamento da IES. Nesse caso, verificar e descrever os seguintes tópicos: Acessibilidade (atender o disposto ao Dec. Nº 5.296/2004), espaços de convivência, instalações administrativas, infra-estrutura de segurança (extintor, saídas de emergência, esterilização, tratamento e armazenamento de resíduos tóxicos, etc.), instalações sanitárias, infra-estrutura de serviços (alimentação, transporte, comunicação, estacionamento, etc.).

 

 

 

 

Considerações finais da comissão de avaliadores

 

 

 

 

TABELA DE PESOS – AUTORIZAÇÃO MEDICINA

QUADRO DOS PESOS DAS DIMENSÕES

DIMENSÃO

QUANTIDADE DE INDICADORES

PESOS

1.   ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

12

30%

2.   CORPO DOCENTE

12

30%

3.    INSTALAÇÕES FÍSICAS

12

40%

 

Dimensão/Indicador

Pesos

1

Dimensão 1: Organização Didático-pedagógica

 

1.1

Projeto dos cursos: aspectos gerais

 

1.1.1

Perfil do Egresso

 

1.1.2

Objetivos do curso

 

1.1.3

Relação entre Número de Vagas e formação nos serviços de saúde

 

1.1.4

Integração com o sistema local e regional de Saúde e SUS

 

1.1.5

Ensino na área de saúde

 

1.1.6

Impacto social na demanda de profissionais da área da saúde

 

1.2

Projeto do curso: formação

 

1.2.1

Matriz Curricular

 

1.2.2

Conteúdos curriculares

 

1.2.3

Metodologia

 

1.2.4

Estágio supervisionado

 

1.2.5

Atividades práticas de ensino

 

1.2.6

Processo de Avaliação

 

 

Dimensão/Indicador

Pesos

2

Dimensão 2: Corpo Docente

 

2.1

Administração acadêmica

 

2.1.1

Composição do NDE

 

2.1.2

Titulação  do NDE

 

2.1.3

Formação acadêmica do NDE

 

2.1.4

Titulação, formação acadêmica e experiência do coordenador do curso

 

2.2

Perfil docente

 

2.2.1

Titulação

 

2.2.2

Regime de trabalho

 

2.2.3

Tempo de experiência de magistério superior

 

2.2.4

Tempo de experiência no exercício da Medicina

 

2.2.5

Responsabilidade docente pela supervisão da assistência médica

 

2.3

Condições de trabalho

 

2.3.1

Número de alunos da graduação por docente equivalente em Tempo Integral no curso

 

2.3.2

Pesquisa e produção científica

 

2.3.3

Núcleo de Apoio pedagógico e de capacitação docente

 

 

Dimensão/Indicador

Pesos

3

Dimensão 3: Instalações

 

3.1

Instalações gerais

 

3.1.1

Instalações para docentes: salas de professores, de reuniões e gabinetes de trabalho

 

3.1.2

Sala de aula

 

3.1.3

Acesso dos alunos a equipamentos de informática

 

3.2

Biblioteca

 

3.2.1

Livros: bibliografia básica

 

3.2.2

Periódicos especializados

 

3.3

Instalações e laboratórios específicos

 

3.3.1

Unidades hospitalares de ensino e complexo assistencial

 

3.3.2

Sistema de referência e contra-referência

 

3.3.3

Biotério

 

3.3.4

Laboratórios de ensino

 

3.3.5

Laboratório de habilidades

 

3.3.6

Protocolo de experimentos

 

3.3.7

Comitê de ética e pesquisa

 


GLOSSÁRIO

 

Área

Conjunto de conteúdos (grupos temáticos comuns) que compõem os diferentes campos do saber.

Auto-avaliação institucional para o modelo de educação superior a distância adotado

Traduz-se na soma de indicadores referentes à análise de indicadores tais como fluxo dos alunos (evasão, repetência, freqüência, etc) tempo de integralização do(s) curso(s), interatividade, entre outros.

CONEP

Comissão Nacional de Ética em Pesquisa, é uma comissão do Conselho Nacional de Saúde - CNS, criada através da Resolução 196/96, com a função de implementar as normas e diretrizes regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos, aprovadas pelo Conselho. Tem função consultiva, deliberativa, normativa e educativa, atuando conjuntamente com uma rede de Comitês de Ética em Pesquisa - CEP- organizados nas instituições onde as pesquisas se realizam.  

Diretrizes Curriculares Nacionais

 

São normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação que asseguram a flexibilidade, a criatividade e a responsabilidade das IES na elaboração dos Projetos Pedagógicos de seus cursos. As DCNs  têm origem na LDB e constituem referenciais para as IES na organização de seus programas de formação, permitindo flexibilidade e priorização de áreas de conhecimento na construção dos currículos plenos, possibilitando definir múltiplos perfis profissionais e privilegiando as competências e habilidades a serem desenvolvidas (Parecer CNE/CES 67/2003). Os currículos dos cursos devem apresentar coerência com as DCNs no que tange à flexibilidade, à interdisciplinaridade e à articulação teoria e prática, assim como aos conteúdos obrigatórios, à distribuição da carga horária entre os núcleos de formação geral/básica e profissional, às atividades complementares e às atividades desenvolvidas no campo profissional.

Disciplina/Unidade curricular

Parte do conteúdo curricular necessária para formação acadêmica.

Docentes em tempo integral

O regime de trabalho docente em tempo integral compreende a prestação de 40 horas semanais de trabalho, na mesma instituição, nele reservado o tempo de, pelo menos, 20 horas semanais para estudos, pesquisa, trabalhos de extensão, planejamento e avaliação (Dec. 5.773/2006, Art.69). Observação: Nas IES, nas quais, por acordo coletivo de trabalho, o tempo integral tem um total de horas semanais diferente de 40, esse total deve ser considerado, desde que, pelo menos, 50% dessa carga horária seja para estudos, pesquisa, extensão, planejamento e avaliação.

Docentes em tempo parcial

Docentes contratados com doze (12) ou mais horas semanais de trabalho, na mesma instituição, nelas, reservados, pelo menos, 25% do tempo para estudos, planejamento, avaliação e orientação de alunos.

Docentes equivalentes a tempo integral

Somatório das horas semanais alocadas ao curso dos docentes previstos, dividido por quarenta (40). Observação: No caso de acordos coletivos com definição de tempo integral diferente de 40 horas, a fórmula deve ser adequada à situação (exemplo: se o acordo coletivo prevê 36 horas semanais, o somatório das horas semanais alocadas ao curso deverá ser dividido por 36).

Docentes horistas

Docentes contratados pela instituição, exclusivamente, para ministrar horas-aula, independentemente da carga horária contratada, ou que não se enquadrem nos outros regimes de trabalho definidos neste glossário.

Doutorado

Segundo nível da pós-graduação stricto sensu. Tem por fim proporcionar formação científica ou cultural ampla e aprofundada, desenvolvendo a capacidade de pesquisa e exigindo defesa de tese em determinada área de concentração que represente trabalho de pesquisa com real contribuição para o conhecimento do tema. Confere diploma de doutor. Nos processos de avaliação, somente serão considerados os títulos de doutorado, obtidos em Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, reconhecidos pela CAPES, ou títulos revalidados por universidades brasileiras.

Ementas

 

Tópicos ou unidades de conteúdo programático de uma disciplina ou atividade integrante do currículo de um curso.

ENADE

O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), que integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), tem o objetivo de aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos, suas habilidades e competências. O ENADE é realizado por amostragem e a participação no Exame constará no histórico escolar do estudante ou, quando for o caso, sua dispensa pelo MEC.

Especialização (Pós-graduação lato sensu)

Curso em área específica do conhecimento com duração mínima de 360 horas (não computando o tempo de estudo individual ou em grupo sem assistência docente, e, nem o destinado à elaboração do trabalho de conclusão de curso) e o prazo mínimo de seis meses. Pode incluir ou não o enfoque pedagógico. Confere certificado (Cf. Resolução CNE/CES nº 01/2007).

IDD – Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado

No contexto do ENADE, o IDD é a diferença entre o desempenho médio do concluinte de um curso e o desempenho médio estimado para os concluintes desse mesmo curso e representa, portanto, quanto cada curso se destaca da média, podendo ficar acima ou abaixo do que seria esperado para ele baseando-se no perfil de seus estudantes.

 

Indicador NSA

Um determinado indicador pode receber conceito NSA – “Não se Aplica” quando não diz respeito ao curso em avaliação.

Instituição de Educação Superior – IES

São instituições, públicas ou privadas, que oferecem cursos de nível superior nos níveis tecnológico, graduação, pós-graduação e extensão.

Interdisciplinaridade

 

É uma estratégia de abordagem e tratamento do conhecimento em que duas ou mais disciplinas/unidades curriculares ofertadas simultaneamente estabelecem relações de análise e interpretação de conteúdos com o fim de propiciar condições de apropriação, pelo discente, de um conhecimento mais abrangente e contextualizado.

Mestrado

Primeiro nível da pós-graduação stricto sensu. Exige dissertação em determinada área de concentração e confere diploma de mestre. Nos processos de avaliação, somente serão considerados os títulos de mestrado, obtidos em Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, reconhecidos pela CAPES, ou títulos revalidados por universidades brasileiras.

Mestrado (profissional)

Mestrado dirigido à formação profissional, com estrutura curricular clara e consistentemente vinculada à sua especificidade, articulando o ensino com a aplicação profissional, de forma diferenciada e flexível, admitido o regime de dedicação parcial. Exige apresentação de trabalho final sob a forma de dissertação, projeto, análise de casos, performance, produção artística, desenvolvimento de instrumentos, equipamentos, protótipos, entre outros, de acordo com a natureza da área e os fins do curso. Confere diploma. Nos processos de avaliação, somente serão considerados os títulos de mestrado obtidos e Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, reconhecidos pela CAPES, ou títulos revalidados por universidades brasileiras.

Nível Adequado/ Adequadamente (Bom) - Nível 4 dos indicadores qualitativos

Nos indicadores qualitativos, o adjetivo adequado ou o advérbio adequadamente qualificam um fenômeno ou uma situação acima da média, merecedora de destaque, reconhecimento e importância, porém não de notoriedade e excelência. Numa escala percentual de 0 a 100, o conceito que se situa no nível adequado atinge o mínimo de 75%.

 

 

Nível Pleno/Plenamente  (Excelente) - Nível 5 dos indicadores qualitativos

Nos indicadores qualitativos, o adjetivo pleno ou o advérbio plenamente qualificam um fenômeno ou uma situação como merecedora de notoriedade, distinção e excelência. Numa escala percentual de 0 a 100, o conceito que se situa no nível pleno equivale ao patamar de qualidade máximo, ou seja, 100%.

Nível Precário/ precariamente/ Não existe (Nível 1 dos indicadores qualitativos)

Nos indicadores qualitativos, o adjetivo precário ou os advérbios não/precariamente qualificam um fenômeno ou uma situação como precários, destituídos ou quase destituídos de mérito ou qualidade. Numa escala percentual de 0 a 100, o conceito que se situa no nível precário fica aquém dos 25%.

Nível Suficiente/Suficientemente (Regular) -Nível 3 dos indicadores qualitativos

Nos indicadores qualitativos, o adjetivo suficiente ou o advérbio suficientemente qualificam um fenômeno ou uma situação como de nível satisfatório, ou seja, que ultrapassa o limite mínimo de aprovação. Numa escala percentual de 0 a 100, o conceito que se situa no nível suficiente atinge o mínimo de 50%.

Núcleo Docente Estruturante (NDE)

Conjunto de professores, de elevada formação e titulação, contratados em tempo integral e parcial, que respondem mais diretamente pela criação, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso.

Números de alunos por docente equivalente em tempo integral.

Nas autorizações, relação derivada da soma das vagas previstas para os 2 (ou 3, no caso do curso de Medicina) primeiros anos do curso, dividida pelo número de docentes equivalentes a tempo integral. Nos reconhecimentos ou renovação de reconhecimento, relação derivada da soma dos alunos do curso, dividida pelo número de docentes equivalentes em tempo integral.

Periódicos especializados, indexados e correntes

Produções especializadas, ordenadas por índice, conforme regra específica.

Pirâmide populacional

 

Uma pirâmide populacional representa graficamente a composição etária e por sexo de uma população. Por meio de valores absolutos ou proporções de homens e mulheres em cada grupo etário, a pirâmide oferece um quadro das características de uma população. O somatório de todos os grupos de idade e sexo na pirâmide é igual ao total da população ou 100% da mesma.

Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI

É o instrumento de planejamento e gestão que considera a identidade da IES, no que diz respeito à sua filosofia de trabalho, à missão a que se propõe, às estratégias para atingir suas metas e objetivos, à sua estrutura organizacional, ao Projeto Pedagógico Institucional com as diretrizes pedagógicas que orientam suas ações e as atividades acadêmicas e científicas que desenvolve ou que pretende desenvolver. Abrangendo um período de cinco anos, deverá contemplar ainda o cronograma e a metodologia de implementação dos objetivos, metas e ações da IES, observando a coerência e a articulação entre as diversas ações, a manutenção de padrões de qualidade; o perfil do corpo docente; a oferta de cursos de graduação, pós-graduação, presenciais e/ou a distância; a descrição da infra-estrutura física e instalações acadêmicas, com ênfase na biblioteca e laboratórios, e o demonstrativo de capacidade e sustentabilidade financeiras. (Decreto nº 5.773/06).

Plano Nacional de Educação – PNE

 

O Plano Nacional de Educação (PNE) é um instrumento da política educacional que estabelece diretrizes, objetivos e metas para todos os níveis e modalidades de ensino, para a formação e valorização do magistério e para o financiamento e a gestão da educação, por um período de dez anos. Sua finalidade é orientar as ações do Poder Público nas três esferas da administração (União, Estados e Municípios), o que o torna uma peça-chave no direcionamento da política educacional do país. O PNE tem respaldo legal na Constituição de 1988 e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), aprovada em dezembro de 1996. A LDB, em sintonia com a Declaração Mundial de Educação para Todos, determinou a elaboração de um plano nacional de educação no prazo de um ano, a contar da data da sua publicação. Entretanto, depois de três anos de tramitação no Congresso Nacional e muito debate com a sociedade civil organizada e entidades da área educacional, o PNE foi sancionado em janeiro de 2001.

Produção científica

Considerar como produção científica: livros, capítulos de livros, artigos em periódicos especializados, textos completos em anais de eventos científicos, resumos publicados em anais de eventos internacionais, propriedade intelectual depositada ou registrada e produções técnicas relevantes.

Projeto Pedagógico de Curso

É o documento orientador de um curso que traduz as políticas acadêmicas institucionais.  Entre outros elementos, é composto pelos conhecimentos e saberes necessários à formação das competências estabelecidas a partir do perfil do egresso; estrutura e conteúdo curricular; ementário; bibliografia básica e complementar; estratégias de ensino; docentes; recursos materiais; laboratórios e infra-estrutura de apoio ao pleno funcionamento do curso.

Sistema de gestão de atos acadêmicos

Sistema informatizado que possibilita o controle de todas as operações resultantes dos atos acadêmicos, garantindo precisão e rapidez no gerenciamento e acessibilidade das informações da IES.

Stricto Sensu

Refere-se exclusivamente aos cursos de pós-graduação de mestrado e doutorado.

Taxa bruta de matriculados

 

 

 

O total de matrículas em uma determinada série como porcentagem da população que de acordo com as regras nacionais deveriam estar matriculados naquela série . Mede a capacidade da escola.

Taxa líquida de matriculados

Taxa de matrículas de uma determinada faixa–etária escolar sobre o total da população com aquela faixa-etária .

 Do Coordenador: Pode haver ainda algumas alterações de texto.

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