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Temer proibirá abertura de novos cursos de medicina

17/11/2017 11:18:43

Temer proibirá abertura de novos cursos de medicina

 
O governo de Michel Temer vai decretar uma moratória para impedir a abertura de novos cursos de medicina no país. O prazo será de cinco anos.

EM BREVE
O ministro Mendonça Filho (DEM-PE), da Educação, confirma a informação. Segundo ele, o decreto para a adoção da medida já está na mesa do presidente, que deve assiná-lo até o fim do ano.

AVENTAL
"Há um clamor dos profissionais de medicina para que se suspenda por um período determinado a abertura de novas faculdades, em nome da preservação da qualidade do ensino", diz Mendonça.

ATÉ O FIM
Segundo ele, dois editais em andamento para a abertura de novos cursos, lançados ainda no governo de Dilma Rousseff, serão concluídos.

 

 

Governo pode suspender novos cursos de medicina por cinco anos

 

Medida anunciada pelo MEC tem o apoio do Conselho Federal de Medicina 

 Por Correio Brasiliense    18/11/2017 19h21
 
 
 
 

 

Cursos com editais lançados no governo Dilma permanecem

FOTO: DIVULGAÇÃO
O governo federal irá suspender a abertura de novos cursos de medicina no Brasil por ao menos cinco anos. A proposta, elaborada pelo Ministério da Educação, já está no Planalto e aguarda apenas a assinatura do presidente Michel Temer.
 
O ministro da Educação, José Mendonça Bezerra Filho, disse à Folha de S. Paulo que a medida não afetará a criação dos cursos já previstos em editais lançados ainda à época do governo de Dilma Rousseff, que autorizam a abertura de quase 30 novas faculdades no país. 
 
Para o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Luiz de Britto Ribeiro, a medida é "bem-vinda", mas não ideal justamente porque o governo planeja manter a criação desses cursos autorizados por Dilma.
 
Para Ribeiro, a "abertura indiscriminatória" de novas escolas médicas coloca em xeque a qualidade da formação de profissionais no país. Segundo ele, essas faculdades devem ser instaladas em regiões com estrutura de saúde pública, com médicos, hospitais e laboratórios. 
 
"Não há como falar em qualidade com essa abertura a granel que está sendo feita de cursos no país, principalmente em lugares sem condições de receber e formar estudantes. O país vai colher os frutos disso no futuro", acrescentou. 

 

 

Fonte: Folha de São Paulo

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